Viagens ao Inconsciente


21/01/2010


ausência de Rayssa

Desculpe se meu tempo não é cronológico

Só percebi a hora de dizer eu te amo quando você não mais estava na minha frente

Naqueles momentos não dava pra falar,

nem pensei em dizer nada

Só agora vejo que não se perdoa a falta nestes tempos

Eu lhe teria dito todas as palavras,

mas só pude te olhar...

Escrito por nelson barroso às 10h57
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20/01/2010


Aqui ainda tudo te espera

E eu espero

Não desespero

Tudo te inspira

Nem sei por quê

São coisas simples

O violão

As canções

Mal tocadas

Sem teu toque

E se canto

Desencanto

Desconcerto

Quase choro

Na cozinha

Na varanda

No quintal

Entre as flores

Mato

Mas não morres

Sempre viva

Dormideiras

Uma orquídea

Uma orquestra

Apareça

Tudo aqui, te

Espero...

Escrito por nelson barroso às 11h00
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18/01/2010


No pé do vento a menina dormia

Estava antes correndo em sonhos quando cochilou

Teclava com os amigos

Amenidades de gosto

Amores de palavras

Mas um dia

Um cavalheiro a abordou com um tom

Era um mágico

Não tinha cartola

All star preto

Ao estar perto do seu ouvido, disse

“O pudor é a forma mais inteligente da perversão”

A jovem dessúbito inquietou-se

Vasculhou num segundo seus íntimos

Pensou-se mulher

Caberia a vertente do despudor naquilo que amava?

Corroeu pequenos calafrios

Um suor na fronte

A voz era impostada com veludo

Na calma certa

Estacada

A vibração a excitou

Sentiu-se úmida

Odiou seu rubor

Diacho que coisa

 

 

 

Escrito por nelson barroso às 00h51
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17/01/2010


O amor de Rafaga...

Assim é a carne do amor

Neste lugar as palavras viram brasas nos olhos e queimam as mãos

Não queremos

Desejamos

Não podemos

Temos

Não tocar sua pele

É não chorar

A vida toda é banal

Quando não é amor

Escrito por nelson barroso às 20h18
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