meus dias não passam....estancam em mim.....feito sargaço numa barreira de açude....e ficam me iludindo com suas danças....até que durmo, e entro na vida.....
meus dias não passam....estancam em mim.....feito sargaço numa barreira de açude....e ficam me iludindo com suas danças....até que durmo, e entro na vida.....
Hoje visitei seu comentário no meu blog...algum tempo passou...também li novamente sua história de amor...e tempo passando...comentei seu comentário de uma forma amorosa...esperançosa...tento não ser piegas, mas como é difícil falar de amor quando a dor se impõe entre o ama-dor, tento não analisar, mas como é difícil quando vejo o amor amar, e o amador desejando se profissionalizar...sou isso, essa mistura, identifico-me a sua cura, perco o jeito, dou a mão, minha querida, parece que amar é preciso para além da paciência, primeiro, cortar o fluxo do sangue, engulir a lágrima e o choro, e de pé gritar...talvez fazer um bolo, tomar um café, voltar a Drummond e ler O Aprendiz...
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