A personagem era a poesia. Um figura, uma pessoa, uma animal, uma coisa que pode assumir qualquer forma, que pode se prestar a qualquer trabalho.
Ela estava sempre num lugar acessível, mas não vinha de qualquer jeito. Haveria de ter alguma conjunção, alguma coisa feito um tempo, um cio, uma nascente que a fizesse sentir atraída, que a fizesse entumescer


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