Viagens ao Inconsciente


09/10/2008


Para de escrever

Para descrever

O olhar

Para ver

Que o olho

Virgula

Acenta

Pontua

E lambe...

Escrito por nelson barroso às 16h59
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07/10/2008


Vago feito as vozes da cidade

Sou mais um burburinho entre os vazios

Que escorrem das bocas de toda essa gente

Essas luzes fúteis

Esses raios

Fulguras

Tempo em mim com um olho só

Na testa da besta

O sorriso sem graça da moça que passa

Mas tem um bunda

Que também passa

E sossego

Também passa

Cafuné feito

Cabeça

Já é meia noite

Tenho algum dinheiro

Mas é falso seu sorriso

E eu compro

Não é de graça

Mas satisfaz

Não sei amanhã

Hoje não bebi sua gota

Beberei até cair?

Mas só amanhã, se não chover...

Eu vou a sua casa e

Até

Me caso com você

Não sei amanhã

Se faltar energia

Tomo redibul

Interraptor do sono

Só pra mais de ver

Que esse vento vem sem querer

Evento de amor

Que dói sem parar

Se a saudade se cansa de ficar

Eu olho a flor

No gota conta

Um verso

Um conto

Um dos que li

Naquela mesa

No último dia

Do mesmo mês

Que te matei

Sem querer

No coração

Amor escorre

No chão

Da veia

Do furo

A bala é doce

Morte lenta

Lenta

Escorre vermelha

No chão vermelho

Pisado

 

Escrito por nelson barroso às 13h25
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06/10/2008


Por acreditar no amor

Tratei com um verso

Escrito por nelson barroso às 15h41
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