Vi pelo olho de um delírio
O delírio que a vida é
Pra que então perder tempo em abrir trincheiras?
Melhor seria olhar a terra socada pelo pé
Ou o mar, mole, a se empanturrar na areia
Ou o mato a se defender
Melhor seria ser só
Talvez assim, não só a solidão
Esta multidão de imagens no entorno do dia/noite
Seria eu um Johnny em movimento de queda neste outono eterno?


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