Viagens ao Inconsciente


02/05/2005


Quase não posso falar

Rolam lágrimas

Desmanchando a pintura

Agora, em meu rosto

Refletem negros traços

Línguas que esgotam sentimentos presos

Voa alma sórdida

Ache seu nicho

Humano é coisa sim

Difícil é ser alma

Que livre pelos olhos

Alcance os meus

Escrito por nelson barroso às 14h21
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sigo seco

feito um rio sem nascente

depois que me levaram seus olhos

seu olhar pleno de uma alegria infinda

recuso lembrar enquanto espero

é como estou podendo ser´

é como faço pra suportar esta falta

seco sou este rio

que não chora suas águas

suas alegrias

que banhavam minha vida

que faziam de mim quase pleno

 

Escrito por nelson barroso às 14h16
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01/05/2005


Eu gosto de você
Esta é minha razão
Insana
Deriva minha nau
Deslisando mar calmo no seu corpo
Solta as amarras
Amará seu próximo gozo
Ser, ter, estar, em seu verbo
Oceano em minha pele
Ondeando
Ando assim...
Amadurecendo
Quanto amar...quanto amar...
Nada!
Mesmo à braçada
Tenho feito da vida
Senão poesia
Que trabalho o prazer daria
Sem navegar seu mar?

Escrito por nelson barroso às 19h01
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